Segundo o especialista Alex Nabuco dos Santos, o novo consumidor imobiliário e o papel da tecnologia estão no centro de uma mudança estrutural que redefine como escolhemos onde viver. O comprador atual é muito mais informado, exigente e conectado, utilizando as ferramentas digitais não apenas como suporte, mas como a base de toda a sua tomada de decisão. Continue a leitura e veja que esse perfil, muitas vezes chamado de “consumidor 4.0”, valoriza a agilidade na comunicação e a transparência dos dados, exigindo que as incorporadoras e imobiliárias entreguem uma experiência fluida que integre o ambiente virtual ao físico de forma natural e eficiente.
O perfil do novo consumidor imobiliário e o papel da tecnologia
Diferente das gerações anteriores, o comprador de 2026 inicia sua jornada de busca muito antes de entrar em contato com um corretor. A pesquisa começa em redes sociais, portais especializados e aplicativos que utilizam inteligência artificial para sugerir imóveis baseados no estilo de vida do usuário. De acordo com Alex Nabuco dos Santos, a tecnologia permitiu que o cliente tivesse acesso a um volume massivo de informações, desde o histórico de valorização do bairro até o nível de ruído das ruas vizinhas. O empresário indica que essa autonomia obriga o mercado a ser muito mais consultivo, já que o cliente chega ao estande de vendas com um conhecimento profundo sobre o produto e seus concorrentes.
Essa evolução comportamental exige que as empresas invistam em presença digital estratégica. O novo consumidor imobiliário e o papel da tecnologia revelam que fotos estáticas já não são suficientes para despertar o interesse. Vídeos em alta definição, depoimentos de moradores e ferramentas de geolocalização que mostram os serviços disponíveis no entorno (como escolas, parques e academias) tornaram-se o padrão mínimo de entrega. O comprador busca uma narrativa que conecte o imóvel às suas aspirações pessoais, e a tecnologia é o canal que viabiliza essa conexão emocional e racional de forma simultânea.
A digitalização das etapas de venda e o novo consumidor imobiliário e o papel da tecnologia
Uma das maiores transformações trazidas pela inovação tecnológica foi a redução da necessidade de visitas presenciais exaustivas. O uso de óculos de realidade virtual (VR) e tours em 3D permite que o cliente “caminhe” pelo imóvel ainda na planta, ajustando acabamentos e visualizando a vista da janela em diferentes horários do dia. Conforme indica Alex Nabuco dos Santos, essas ferramentas aumentam o engajamento e diminuem o ciclo de venda, pois ajudam a eliminar dúvidas estruturais logo no início da negociação. O especialista ressalta que a tecnologia democratizou o acesso ao mercado de luxo, permitindo que investidores de qualquer lugar do mundo avaliem ativos com a mesma precisão de quem está fisicamente no local.
Além da visualização, a burocracia documental também foi simplificada. A assinatura digital de contratos, a utilização de blockchain para registro de documentos e o atendimento via chatbots inteligentes tornaram o processo de compra menos estressante e muito mais seguro. O novo consumidor imobiliário e o papel da tecnologia evidenciam uma clara preferência por processos que respeitem o tempo do cliente, permitindo que etapas complexas sejam resolvidas com poucos cliques, sem a necessidade de deslocamentos desnecessários a cartórios ou escritórios.

Sustentabilidade e casas inteligentes: O novo consumidor imobiliário e o papel da tecnologia
A tecnologia não serve apenas para vender o imóvel, mas para torná-lo mais habitável e eficiente. O interesse por “Smart Homes” ou casas inteligentes cresceu exponencialmente, com o comprador buscando sistemas integrados de segurança, automação de iluminação e controle térmico via smartphone. Segundo Alex Nabuco dos Santos, a inteligência residencial é hoje um dos principais critérios de desempate na escolha de um imóvel. O empresário destaca que edifícios que oferecem infraestrutura para Internet das Coisas (IoT) possuem uma valorização de mercado superior, pois prometem uma redução significativa nos custos de manutenção e consumo de energia.
Essa busca por eficiência está diretamente ligada à agenda de sustentabilidade. O novo consumidor imobiliário e o papel da tecnologia valoriza empreendimentos que utilizam softwares de gestão de recursos para monitorar o uso de água e a eficiência dos painéis solares. A tecnologia atua como uma aliada do meio ambiente, permitindo que a moradia seja um espaço de baixo impacto ecológico. Para o mercado, isso significa que investir em tecnologia construtiva não é mais um custo adicional, mas uma garantia de liquidez e relevância perante um público que associa inovação à responsabilidade social.
A tecnologia como ponte para o futuro do morar
A fusão entre o comportamento humano e as ferramentas digitais está construindo um mercado imobiliário mais transparente e dinâmico. O papel da tecnologia não é substituir o fator humano, mas potencializá-lo, permitindo que corretores e incorporadores foquem no atendimento personalizado enquanto os dados e algoritmos resolvem a complexidade logística. O futuro do setor depende da capacidade das empresas em acompanhar a velocidade das inovações e em entender que o cliente de hoje não compra apenas paredes, mas uma experiência integrada de vida digital e física.
Como resume Alex Nabuco dos Santos, a tecnologia é o grande equalizador de oportunidades no setor, permitindo que pequenas construtoras compitam com gigantes através de estratégias digitais bem executadas. O especialista reforça que o sucesso em 2026 exige um olhar atento às tendências de inteligência artificial e análise de grandes dados (Big Data) para prever as próximas demandas de consumo. O binômio entre o novo consumidor imobiliário e o papel da tecnologia é o que garante que o mercado permaneça vibrante, oferecendo soluções de moradia que são, ao mesmo tempo, modernas, eficientes e profundamente humanas.
Autor: Andrey Petrov
