Diamantes e joias: Por que ativos físicos de luxo voltaram ao radar do mercado?

Yuna Kisaragi Por Yuna Kisaragi
Golden Brasil

Segundo Daniel Mors, cresce entre empresários o interesse em diversificar patrimônio com ativos físicos, entre eles diamantes e joias. Diferentemente de aplicações tradicionais, esses ativos têm características próprias de certificação, liquidez, conservação e risco que merecem atenção antes de qualquer decisão, especialmente em um momento em que a busca por reservas de valor fora do mercado financeiro tradicional tem crescido.

Os pontos a seguir mostram por que esses fatores pesam tanto nessa escolha.

Certificação como ponto de partida

Para Daniel Mors, a certificação é o primeiro elemento que diferencia um diamante como ativo físico de uma simples peça de joalheria. O Diamond Prime, produto da Golden Brasil, é comercializado como diamante físico com certificação internacional, entregue diretamente na casa do cliente, o que dá ao comprador acesso direto à documentação da pedra desde o momento da aquisição.

Sem esse laudo, não há como comparar preços, negociar revenda ou garantir a autenticidade da pedra. É essa documentação formal que permite avaliar o diamante de forma objetiva, com base em critérios reconhecidos pelo mercado, e não apenas em impressões visuais sobre tamanho ou brilho.

Formação de preço e histórico de valorização

Conforme Daniel Mors, o preço de um diamante certificado reflete critérios técnicos específicos, e não apenas o tamanho da pedra. O Diamond Prime tem histórico de valorização registrado entre 10% e 20% ao ano, número que deve sempre ser lido como referência histórica da própria companhia, associada ao desempenho já observado em seu portfólio.

Na leitura de Daniel Mors, esse dado está associado a um período e a uma categoria de ativo específicos, e não deve ser tratado como garantia de rentabilidade futura, já que o mercado de pedras preciosas está sujeito a variações e depende de fatores como conjuntura econômica e demanda internacional.

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Liquidez, conservação e riscos

Como pontua Daniel Mors, diamantes certificados tendem a ter maior liquidez do que peças sem documentação, justamente porque a certificação facilita a negociação em um mercado secundário. Eles ainda podem ser convertidos em joias personalizadas, usados como garantia em negociações ou destinados a heranças e coleções, dependendo do interesse e do planejamento de cada comprador.

Nenhum ativo físico está livre de riscos, e diamantes não são exceção. Variações de mercado, ausência de certificação e dificuldade de avaliar peças sem documentação são pontos que qualquer comprador deve considerar antes de tratar o diamante como reserva de valor, o que reforça a importância de trabalhar sempre com procedência comprovada.

O que a trajetória da Golden Brasil mostra?

Daniel Mors aponta que a Golden Brasil trabalha nesse mercado desde 2019, hoje com mais de 8 mil clientes ativos e mais de R$ 100 milhões sob gestão. No fim, o interesse crescente por diamantes e joias como ativos físicos acompanha um movimento mais amplo de diversificação patrimonial entre empresários que buscam alternativas fora dos investimentos tradicionais.

Esses números posicionam a empresa como um exemplo prático de como certificação, liquidez, conservação e gestão de risco podem transformar um diamante em algo além de uma peça de joalheria, aproximando-o de um ativo físico com critérios claros de avaliação.

 

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